NOTÍCIAS

19.03.2019

Major Rachel, a primeira mulher Bombeira a pilotar uma aeronave 

A Major Rachel Lopes tornou-se a primeira mulher Comandante de Aeronave do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. Após cinco anos de preparação, ela entrou para um seleto grupo: são apenas 11 militares que se revezam nos manches dos cinco helicópteros vermelhos que cruzam o céu do Estado em salvamentos e transportes de órgãos e pacientes.

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14.03.2019

Por um mundo menos machista

Homens reúnem em grupos de terapia no Rio para serem menos machistas 

O assunto não é futebol, mulher gostosa nem carros. Afinal, entre essas paredes, a porta está fechada para preconceitos, clichês e rótulos. A iniciativa MEMOH (homem, ao contrário) reúne grupos de homens machos o suficiente para questionar, justamente, suas atitudes e crenças enquanto homens, em sessões de terapia sobre o próprio machismo. 

O criador do projeto, o publicitário Pedro de Figueiredo, de 31 anos, conta que vai aumentar a quantidade de encontros semanais neste mês, tamanho o sucesso da empreitada. Hoje, três bairros do Rio recebem as reuniões quinzenais de terapia gratuita.

— A ideia é promover o debate entre os homens sobre comportamentos que não gostariam mais de replicar. Queremos apoiar a luta das mulheres, sem roubar o protagonismo delas — diz Pedro.

Os três grupos fixos reúnem até 20 homens, cada um, na Glória, no Centro e em Copacabana. Graças a uma parceria com o Circo Voador, a partir do próximo dia 19, haverá mais dois círculos na Lapa.

— Debatemos ainda temas machistas que também prejudicam o homem, como a dificuldade em pedir ajuda, a ausência de uma figura paterna, por que homens brocham, por que sexualizamos as amizades com mulheres, por que temos medo do feminismo e promovemos o machismo no ambiente profissional. O homem violenta mulheres, minorias, outros homens e até ele mesmo. O Memoh existe para que isso tudo seja questionado.

A ideia de um grupo de homens reunidos para falar de suas emoções intrigou o professor Faber Paganoto, de 36 anos, que soube da iniciativa através de um amigo e aderiu:

— O primeiro impacto foi perceber muitos homens com as mesmas angústias que eu, querendo falar e ouvir, mas que também não encontravam brecha pra isso nos espaços masculinos que frequentavam. Diz-se que homem não pode sentir— resume Faber: — O grupo ampliou minha consciência para comportamentos machistas meus. E então, consciente deles, é mais simples transformar. A transformação tem que partir de nós, as mulheres já têm responsabilidade demais para se preocupar com nossas limitações.

A mulher de Faber, a publicitária Marina Gomes, de 36 anos, notou mudanças no comportamento do marido:

— A alimentação da nossa filha ficava a meu cargo porque ele não gosta de cozinhar e já tinha outras tarefas domésticas. Sinalizei que me sentia sobrecarregada por ter essa responsabilidade. Agora o planejamento parte dele.

Faber percebeu mudanças na relação com o pai também: — Era sem conflitos, mas também sem uma conexão profunda.

A iniciativa é deles, mas graças a elas

É claro que iniciativas como essas só são possíveis graças à luta das mulheres, adverte a pesquisadora de feminismo Patrícia D’Abreu, associada do Nepcom/ECO-UFRJ.

— A tomada de consciência é bacana, mas não cai do céu. Ela é resultado de uma valente luta das mulheres, que se cansaram da opressão — pondera Patrícia, que elogia a iniciativa: — Parte de uma questão fundamental para enfrentar preconceitos: assumir responsabilidade. Diante de um comportamento machista não adianta buscar justificativas, “ah, fui criado assim”, “não tive a intenção”, “é a cultura em que a gente está”.

Pedro sente essa tomada de consciência no dia a dia: — Atravesso a rua quando cruzo com uma mulher à noite porque minha presença pode representar para ela uma ameaça, mesmo não sendo. Como gosto de falar, notei que interrompia muito as mulheres durante a conversa. Parei.

Como participar

Inscrição

Em http://memoh.com.br/, há um formulário para quem tem interesse em participar

Endereços

Os encontros acontecem às segundas, no Nex Coworking (Ladeira da Glória 26); às terças, na Casa Naara (Teófilo Otoni 134, Centro) e às quartas, na Barbearia do Nunes (Rua Tonelero 153, Copacabana). A partir do próximo dia 19, acontecerão também às terças e quartas, na Rua Joaquim Silva 114, na Lapa.

Fonte: Extra.

COMENTÁRIO:

A cultura machista, em seu conjunto, não afeta apenas as mulheres. Os homens também sofrem. Parabéns aos idealizadores do MEMOH. A nível de conhecimento. No Brasil, a cada dois segundos uma mulher é vítima de violência física ou verbal; a cada 1,4 segundo, há uma vítima de assédio, segundo o Instituto Maria da Penha. Em janeiro de 2018, mais de 4 mil mulheres foram vítimas de ameaças, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro.

 

11.03.2019

A “epidemia” da violência doméstica no Brasil

Os crimes contra mulheres se multiplicam em todo o Brasil. Só nos dois primeiros meses deste ano, o Ligue 180, central que recebe denúncias de violações dos direitos femininos, recebeu mais de 17 mil notificações. O Rio de Janeiro lidera o ranking, seguido de São Paulo e Minas Gerais. Na visão de especialistas, o Brasil vive “epidemia” de violência doméstica.

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08.03.2019

Sexo frágil? Você que pensa!

Muitas são as versões que dão origem à escolha de 8 de março para homenagear as Mulheres. Mas elas devem ser lembradas, amadas e admiradas todos os dias.

Por Luana Nunes Leite

A competência levou a Mulher a conquistar espaços, ganhar respeito e a sonhar mais. Hoje a mulher está presente em tudo, e essa presença se multiplica em cada sonho alcançado.

Lugar de Mulher é onde ela quiser e como quiser!

Entretanto, a Mulher trava uma batalha diária de busca por respeito e igualdade de direitos, nos mais diversificados ambientes que frequenta, pelo simples fato de ser Mulher. Mas, ela persiste, insiste e nunca desista.

Sexo frágil? Que nada, nunca foi! A Mulher consegue ser mãe, mesmo que não tenha filhos, e esposa, mesmo que não tenha marido. É dona do lar, estudante, empresária,  vendedora, trabalhadora, muito batalhadora! Desempenham dupla e tripla jornada, com uma abnegada dedicação. Sim, ela realmente não para.

A Mulher é também uma contradição ambulante: forte e frágil, ousada e medrosa, decidida e insegura, empoderada e submissa, meiga e rude... Ela é perfeição nas imperfeições.

Amorosas, dedicadas, generosas, prudentes, valentes, sábias, belas, enfim, nenhum adjetivo é o bastante para exaltar a importância da Mulher.  Um dia só é pouco para expressar toda admiração por esse ser especial que Deus enviou a Terra com o dom de ser genitora e guardiã da vida.

Flores, chocolates, jóias... As mulheres gostam e merecem! Mas, o que as elas querem mesmo é ser tratadas com respeito e amor.

Viva todas as mulheres! Na família, na profissão, na sociedade, parabéns a todas!

 

08.03.2019

Saiba quais são os países onde homens e mulheres têm direitos iguais

De acordo com um estudo realizado pelo Banco Mundial, apenas 6 das187 nações analisados dão direitos econômicos iguais para homens e mulheres. São elas: Bélgica, Dinamarca, França, Letônia, Luxemburgo e Suécia.

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08.03.2019

HOMENAGEM DA AME/RJ A TODAS AS MULHERES


A AME/RJ deseja a todas as mulheres do mundo um dia pleno de amor e harmonia!